Sensor de fadiga: como ele ajuda sua frota?

sensor de fadiga

Não há nada de novo em se dizer que, a maioria dos acidentes causados nas estradas, são estimulados por falhas humanas. Essas falhas estão relacionadas a questões físicas como o sono e cansaço, que impactam diretamente no comportamento do motorista ao volante. Por essa razão é que o sensor de fadiga foi criado; para identificar esses fatores de risco durante um trajeto e evitar que tragédias aconteçam.

De maneira geral, grande parte dos veículos encontrados no tráfego rodoviário, são caminhões de frotas que movimentam a escoação e a economia do país. Quando algum deles encontra alguma dificuldade no tráfego, geralmente outros problemas são causados, em efeito cadeia. É o caso, por exemplo, de acidentes com caminhões de cargas, que param vias, provocam outros acidentes e atrasa o fluxo de movimentação.

Mas, além do principal fator que é a promoção da segurança no tráfego, o sensor de fadiga também é uma ferramenta eficiente de gestão de frotas. A partir das informações levantadas e transmitidas pelo sensor é possível que a gestão conheça os acontecimentos e incidentes nas vias antes mesmo que os caminhões e motoristas retornem para a base. Isso faz com que várias vantagens sejam alcançadas, com a sim decisão de adoção do sensor de fadiga.

Para falar mais sobre isso, elencamos as principais razões pelas quais o sensor de fadiga ajuda sua frota.

O sensor de fadiga diminui os custos da frota

Atrelado à principal intenção de promover a garantia de segurança durante o trajeto, o sensor de fadiga também diminui os custos da frota. Isso acontece em muitos aspectos que vão desde o comportamento do motorista até a diminuição de ocorrências de multas e despesas maiores com seguros.

Em um primeiro momento, o controle realizado pelo sensor de fadiga denota o comportamento do motorista. Com a expectativa de monitoramento, naturalmente a atenção é redobrada. Assim, atitudes simples de aceleração, pausa, dirigibilidade, rota e até locais de abastecimento impactam nos custos do trajeto.

Além disso, o sensor de fadiga ajuda o condutor a estar mais atento aos acontecimentos na estrada. Com isso, reduz-se, também, os riscos de ocorrências que resultem em multas. É o caso, por exemplo, de maior controle de velocidade, atenção às possibilidades de ultrapassagens e respeito às exigências de cada trecho. Tudo isso, sem mencionar a redução no valor do seguro que a utilização desse tipo de dispositivo proporciona. Durante a análise do perfil, a seguradora saberá que um veículo com sensor de fadiga está mais seguro e menos propenso a incidentes desagradáveis.

Otimiza o Monitoramento

Com o advento de questões e implementações de orientações como a Lei do Motorista, nunca foi tão importante observar de perto o que acontece nas estradas. Entretanto, para quem gere a frota, é difícil controlar cada ação não estando embarcado. Com o monitoramento a partir do sensor de fadiga, o trabalho de gestão de frotas se torna mais ágil e certeiro.

A partir das câmeras embarcadas é possível acompanhar as ações e hábitos do motorista bem como o seu respeito à própria jornada de trabalho. Com as informações enviadas em tempo real, a gestão se torna mais certeira porque consegue ver o que acontece no trecho. Além disso, é possível que o gerenciamento intervenha de forma a impedir que coisas ruins aconteçam. Assim, o monitoramento é bom para a produtividade, é bom para a gestão e é essencial para a segurança.

Identificação de Fadiga

Esse é um daqueles aspectos claros do dispositivo. Como o próprio nome já indica, o sensor de fadiga é capaz de medir o nível de concentração do motorista. Da mesma forma, enquanto verifica o nível de atenção, identifica também os momentos em que a distração e o cansaço se tornam um perigo.

A partir dessa identificação, o sensor alerta o próprio motorista do seu comportamento. Isso é feito a partir de sinais sonoros e fonéticos. Ao mesmo tempo em que o próprio condutor é alertado, a gestão também recebe informações sobre o assunto. Assim, o próprio sistema de gestão pode criar mecanismos de ações que ajudem a vencer esses obstáculos do corpo.

Como ponto de partida para identificar os momentos perigosos, o sistema adota o levantamento de dados dos primeiros momentos da direção. Após registrar questões como velocidade mínima, pressão nos pedais, trejeitos do motorista, o sensor utiliza essas informações como base. Então, quando as ações se movem para pontos muito diferentes daqueles considerados normais pelo sensor é que ele se movimenta no sentido de alerta.

Mapeamento

O sensor de fadiga também ajuda a sua frota na medida que identifica pontos de perigo durante a rota. Isso porque, o dispositivo registra as ações do motorista em cada percurso e relacionam com a parte da rota em que são identificadas variações. Isso quer dizer que, o próprio sensor cria uma mapa da rota com informações sobre o comportamento do motorista. A partir disso, é possível como ele se comportou e como foi impactado por cada situação.

A partir dessa informação é possível determinar, por exemplo, que tipos de condições das rotas exercem determinadas reações no condutor. São questões como condições da estrada, relevo, tipo de trajeto e paisagem quem podem deixar o motorista mais disperso, relaxado ou atento.

Com essa informação em mãos, o sistema de gestão de frotas pode decisões que otimizem essa questão. Para os momentos considerados perigosos da rota, por exemplo, deve-se desenvolver mecanismos que inibam a distração e o cansaço do motorista. Talvez a solução esteja na adoção de outras rotas, na alteração de horários de paradas ou outras questões.

Identificação

A mesma informação acima vale para a questão da identificação do estado físico do condutor. Entretanto, aqui, o impacto não está relacionado exatamente ao mapeamento dos locais que predispõem esse acontecimento, mas, ao funcionamento natural do corpo que considera picos de produtividade e repouso.

Quando se trata de direção nas estradas, o sensor de fadiga presta um grande papel na ajuda à gestão de frotas. Isso porque, esse simples dispositivo é capaz de identificar quais são os momentos do dia em que o motorista está mais propenso ao cansaço e à distração.

Enquanto o pico de produtividade de algumas pessoas acontece de manhã, por exemplo, outras tantas estão mais propensas à produção pela tarde. Ao identificar essas questões, o sistema de gerenciamento de frotas pode sofrer muitos impactos positivos. Utilizando essa informação em seu favor é possível que a gestão de frotas tome algumas decisões. Considerando como o corpo do motorista reage pode-se, por exemplo, programar pausas para os momentos considerados de maior repouso natural do corpo e preparar rotas que aproveitem melhor a disposição do corpo do motorista em seu ápice de disposição.

Geração de Relatórios

Um dos diferencias do sensor de fadiga é que, ele não se resume ao monitoramento e análise em tempo real. Além de tudo isso, o dispositivo também é uma ferramenta poderosíssima de gerenciamento. Pois, ele é capaz de criar relatórios precisos a partir das informações coletadas. Essas informações podem ser utilizadas em gráficos e outras necessidades que direcionem a tomada de decisões cada vez mais certeiras.

Através do sensor de fadiga, e das informações levantadas por ele, ações podem ser intencionalmente criadas. Elas dizem respeito ao próprio desempenho do veículo; adiantando questões que podem ser um problema futuro. Com as informações relacionadas pode-se, por exemplo, se programar manutenções e paradas estratégicas do carro em questão a fim de preservar o resultado final do trabalho da frota.

Além do controle do próprio veículo, as informações registradas sobre o próprio condutor também podem ser base para ações direcionadas aos motoristas. Essas ações são capazes de minar os riscos apontados pelo sensor de fadiga e de estimular as ações e reações produtivas e seguras dos condutores. Assim, de acordo com a necessidade, cada condutor pode receber, por exemplo, atenção de reciclagem, treinamento e desenvolvimento de suas habilidades. A partir disso, o tráfego será mais seguro para si mesmo, para o próprio caminhão e carga, e para os demais participantes do trânsito.

Funcionamento 24h

Por fim, embora não esgote as vantagens de utilização do sensor de fadiga, o dispositivo funciona durante 24 horas. Isso significa dizer que, o dispositivo está preparado para monitoramentos tanto diurnos como noturnos, mantendo segura a condução em qualquer tempo. Essas informações disponíveis em todo o tempo também são transmitidas em tempo real, o que aumenta em muito as chances de serem tomadas decisões eficientes em tempestivas.

Como a instantaneidade é um aspecto essencial dessa geração, o sistema de segurança automobilística também precisa embarcar na tecnologia. E, essa aplicação traz celeridade para os processos, transparência para as ações e resultados cada vez mais positivos. Se, um sistema de gerenciamento pode acessar informações sobre sua frota na estrada a qualquer hora do dia, não há dúvidas de que seu poder de controle, proteção e de produção será muito maior.

Dessa forma, um sistema eficiente de gestão não aguarda pelos sinais de alerta emitidos em situações de risco. Ao contrário disso, gerir bem compreende adiantar acontecimentos e possíveis soluções e, para isso, o sensor de fadiga se mostra um auxiliador bastante eficiente.

Para potencializar, então, o funcionamento e uso pleno do sensor de fadiga, o sistema deve estar aliado à uma boa gestão. A união de tecnologia e boa operação é a junção perfeita da efetividade. Como resultado disso, a produtividade é certa é a segurança é um fator cada vez mais palpável.

Para saber mais sobre isso, clique aqui!

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