Para-brisa trincado? Saiba o que fazer!

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Rodar por aí com um veículo exige alguns cuidados, observação e muita responsabilidade. Isso porque, questões como para-brisa trincado podem afetar totalmente a dirigibilidade. Além disso, esse é um fator de risco que pode desencadear outros problemas.

Então, ao se deparar com uma situação como essa, é capaz que o condutor se pergunte se seria melhor consertar, trocar ou continuar com a peça trincada até que ela não cumpra mais sua função. Diante dessa dúvida, vale a pena conhecer o assunto mais detalhadamente. Assim, você poderá tomar decisões de maneira mais sensata e aumentar a vida útil do seu veículo.

Então, vale a pena conhecer mais sobre a questão. Para isso, selecionamos aqui as principais informações que te ajudarão a identificar e sanar o problema antes que seja tarde demais.

O que faz um para-brisa quebrar?

Primeiramente, é necessário que você saiba que situações podem causar estragos em um para-brisa. A propósito, a primeira impressão que um condutor tem quando se depara com a situação, é de algum objeto rígido tenha atingido o local. Assim, não é incomum a tentativa de identificar a “pedra” que tenha atingido o vidro.

Contudo, há outras razões possíveis para essa ocorrência. Uma das possiblidades, por exemplo, é que a trinca aconteça em razão de choque térmico. Esse tipo de choque acontece quando se tem um conflito entre duas temperaturas totalmente diferentes. Quando o veículo fica muito tempo no sol e recebe uma onde fria em seguida – como o acionamento do ar-condicionado – , esse choque pode acontecer. A partir desse contraste grande, o vidro pode ganhar uma trinca.

Consertar ou trocar o para-brisa?

É bem verdade que há possibilidades de reparação da peça. Contudo, antes de escolher essa opção, é importante considerar algumas informações. Afinal, por se tratar de um item que interfere diretamente na segurança dos ocupantes do veículo, merece todas as análises possível.

O primeiro passo, então, é levar o veículo até um especialista em vidros automotivos. Assim, a gravidade d ocaso poderá ser analisada devidamente, e o para-brisa receberá o atendimento adequado.

Há, sim, possibilidades em que o reparo se faz suficiente. De acordo com especialistas no assunto, isso é possível quando a trinca possui menos de 10 centímetros. Se for esse o caso, a solução é uma restauração específica, onde se usa um tipo de resina. Trata-se de um procedimento relativamente simples, e que fica pronto em menos de duas horas.

Mas, quanto ultrapassa essa esse limite, a única solução possível é a troca da peça inteira. Outra situação que exige a troca é a reincidência da ocorrência. Conforme o Conatran, apenas duas reparações são aceitas.

Consequências de um para-brisa trincado

Seja qual for a solução: troca ou reparação, o ideal é que se faça isso logo. Isso porque, a ocorrência pode trazer prejuízos maiores. E, aqui não se trata apena de prejuízo  financeiro. Mas, o que seria um simples defeito pode se tornar um grande risco para os ocupantes do veículo. Então, conheça os riscos de rodar por aí com o para-brisa trincado.

A trinca pode crescer

O primeiro ponto é bem óbvio na verdade. Contudo, muitas vezes é ignorado. A verdade é que, uma pequena trinca pode vir a se tornar uma grande rachadura se não for sanada.

Então, a melhor maneira de evitar danos maiores é correr para a reparação tão logo a trinca apareça. Assim se evita sua expansão e possível quebra do vidro.

Atrapalha a visibilidade

Além disso, uma trinca no para-brisa pode atrapalhar a visibilidade do condutor. Isso, inclusive, é um grande problema, e interfere diretamente na dirigibilidade e segurança.

Mais uma vez, ao menor sinal de trinca, especialmente do lado do motorista, a procura por um especialista deve ser imediata. Só depois da reparação ou troca é que o veículo pode voltar a trafegar seguramente.

Incide em multa

Finalmente, um para-brisa estragado também pode resultar em multa para o proprietário do veículo. Aliás, essa é uma ocorrência grave, que resulta em desconto de cinco pontos na carteira, multa de R$127,69 e até a contenção do veículo até a resolução do problema.

Afim, então, de evitar ter que mexer no bolso duas vezes, a dica é acertar na resposta de primeira. Ou seja, é melhor separar uma parte dos recursos para a reparação da peça para que não seja preciso gastar ainda mais; com conserto e multa.

 

Viu só, como as soluções são práticas e simples? Tudo isso em relação inversamente proporcional aos riscos de rodar por aí de maneira irregular.

Como você pode ver, a melhor ideia é sempre se adiantar à evolução do problema. Assim, com o para-brisa sempre nos conformes, você evita problemas, gastos, infrações e ainda potencializa a segurança dos ocupantes do veículo.

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